Ia escrever uma carta aberta ao excelentíssimo Sr. Professor Doutor Regente de Neurologia, mas achei melhor deixar os insultos para sexta-feira, quando sairem as notas do exame.

Por isso vou deixar aqui uma frase gira que me captou a atenção (o que, diga-se de passagem, hoje não é particularmente difícil. Querendo eu achar que é pelo meu encéfalo à TC-ce revelar uma tendência para diarreia mental na substância branca, que se traduz sintomaticamente em coprolália a copromimia, e também em insónia total induzida por livros, tudo isto tendo como factor desencadeante a passagem por elementos que enverguem um martelinho de plástico ridículo pendurado nos botões da bata):
"A man who moralises is usually a hypocrite"
Oscar Wild
Não tendo capacidade para produzir (mais) nada de interessante hoje, sobeja-me apontar que eu passo a vida a dizer o mesmo e ninguém me leva a sério! Queres ver que tinha de ter vivido no século xix, ter tendências homossexuais e afogar-me em ópio para ser reconhecida por dizer frases que são conclusões estupidamente óbvias?